O mundo da moda conheceu um novo estilo de modelos na década de 60, com a magérrima Twiggy. Os tempos mudaram e os corpos das manequins passaram por mudanças também, de PP elas agora estão GG. Revistas e marcas de renome as estampam em prol de uma beleza mais real. Contudo a adaptação de tamanhos maiores na passarela, não é sempre bem aceita.
A cultuada marca francesa Chanel realizou uma campanha com a top model plus size Crystal Reen, porém o que causou indignação, foi não retratarem as curvas da modelo, e sim, somente o rosto. O movimento que deu início a essa moda mais perto da realidade começou recentemente com mulheres gordinhas e consumidoras, mas com carência de roupas específicas para elas, com isso o mercado, inclusive o de luxo, viu a necessidade de abastecer a crescente onda de mulheres mais fofinhas.
Quando a marca aceita por uma manequim fora dos padrões, ela pode optar por esconder o corpo, mostrá-lo da forma real ou simplesmente utilizar os recursos do photoshop para emagrecer a modelo, isso foi feito por uma famosa grife, no anúncio a top tamanho grande aparece pequeno.
A necessidade de maquiar a realidade vem que muitas pessoas ainda não aceitam um corpo mais curvilíneo, acreditam que toda pessoa acima do peso ideal é desleixada, com isso a resistência é maior. Mas esquecem que a beleza das passarelas nem sempre é tão saudável assim. Muitas manequins são anoréxicas e passam fome para serem magras e caberem nas roupas, as cheinhas preocupam – se apenas em serem saudáveis.
A ascensão de modelos de peso nas passarelas chama a atenção das mulheres que compartilham da mesma situação. Chama a atenção para o fato de que existe um mercado que quer ver gordinhas e roupas para gordinhas nas lojas. A indústria tem que se remanejar para agradar uma crescente porção de consumidoras que desejam ver as roupas que pretendem comprar, no corpo de alguém parecido. Para garantir uma maior segurança no emocional e a compra ser realizada com sucesso.
A quantidade de pessoas, inclusive mulheres acima peso aumenta a cada ano, mas nem sempre elas têm uma condição de saúde ruim, simplesmente não são moldes do que é visto nas capas de revistas, modelos esquálidas e sem expressão.
Quando as plus size são bem vistas, isso representa muito para o consumidor, para a grife e mesmo para as próprias modelos ao perceberem que ser diferente é normal. Durante anos a ditadura da magreza comandou as passarelas, mas agora um padrão de beleza mais fofinho e mais perto do mundo real começa a ganhar espaço.

Adorei. Você está se saindo melhor do que a encomenda. Tão nova e tão talentosa. Orgulho de você
ResponderExcluirBjs.