sexta-feira, 14 de março de 2014

Barbie 55 anos

A boneca mais famosa do mundo, a Barbie, completou no último domingo (09) 55 anos de beleza e alegria para as meninas de todas as idades. A boneca foi lançada oficialmente na Feira Anual de Brinquedos de Nova York, em março de 1959.

A história da Barbie começou nas mãos de Ruth  Handler e seu marido Elliot Handler, que tinham uma filha chamada Barbara. Os pais perceberam que a criança só tinha como opções de brinquedos bonecas de bebês. A brincadeira acompanhou a jovem até a adolescência, quando sua mãe decidiu desenvolver uma boneca adolescente. Na feira de Nova York, a Barbie foi lançada com um look praia típico das meninas da década de 50, um maiô listrado em preto e branco. Naquela época ela já vinha com acessórios e roupas que podiam ser trocadas, como vestidos rodados, calças cigarretes, luvas e até um modelo para ir ao trabalho de designer de moda.

Primeira Barbie


Atualmente a Barbie já conquistou espaço em diversas profissões, astronauta, professora, médica, bailarina e veterinária são algumas das quais ela encarnou durante esses 55 anos. Ela também já encarnou diversos personagens de filmes como O Vento Levou, Alice no País das Maravilhas, Mágico de Oz, Os Pássaros, Família Adams, Feiticeira e muitas outras. Uma boneca que continua agradando meninas de todas as idades.

Barbie veterinária
Barbie professora

Barbie E o Vento Levou
Barbie dos personagens de Alice no País das Maravilhas
Barbie Alice no País das Maravilhas
   

Barbie dos personagens do Mágico de Oz


Barbie Os Pássaros
Barbie dos personagens da Família Adams
Barbie A Feiticeira

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Filme: O Impossível

Recentemente assisti pela primeira vez o filme O Impossível do diretor espanhol Juan Antonio Bayona. O longa é baseado na história vivida pela família espanhola composta por Enrique, Maria, Tomas, Lucas e Simon, que sobreviveram ao tsunami que arrasou a Tailândia no dia 26 de dezembro de 2004. O casal Maria (Naomi Watts) e Henry (Ewan McGregor estavam aproveitando as férias de inverno na Tailândia junto com os três filhos pequenos, quando na manhã do dia 26 de dezembro um tsunami de proporções devastadoras atingiu o local. Separados em dois grupos, a mãe e o filho mais velho enfrentaram situações desesperadoras para se manterem vivos, enquanto em algum outro lugar, o pai e as duas crianças menores não tem a menor ideia se outros dois estavam vivos. É quanto eles começaram a viver uma trágica lição de vida, movida pela esperança do reencontro e misturando os mais diversos sentimentos.

O filme é emocionante e relata com muito realismo os momentos de tensão vividos pela família. A história comovente tem como plano de fundo também o desespero de quem procura os entes queridos no meio do caos. Outro caso que também surpreendeu o mundo foi o casal sueco Karin Svaerd e Lars Erickson, que também estava com os três filhos. A mãe foi separada do resto da família durante o tsunami e para sobreviver se agarrou em uma palmeira. Assim como ela, os pai e os filhos conseguiram se salvar também. 

Para dar maior veracidade ao filme O Impossível, o roteirista Sergio G. Sánchez trabalhou em contato com família, principalmente a mãe Maria Belon. Para conhecer um pouco mais da história dessa sobrevivente de uma catástrofe que matou mais 220.000 pessoas e deixou outras 70.000 desaparecidas, a repórter Angela Dawson do Front Row Features fez uma entrevista com Maria.

Família Belon

FRF: O filme é preciso?
Belon: Sim. Eles tiveram pouca licensa dramática. Na verdade, foi até muito pior do que eles mostraram. Eu disse a Juan Antonio que não queria que eles inventassem nada.
FRF: Você se sente culpada por ter sobrevivido?
Belon: Não, não é culpa. É dor. É algo que vai permanecer comigo a minha vida toda.
FRF: Como estão seus filhos, eles se recuperaram?
Belon: Eles são incrivelmente valentes. Eles são mestres. Eles que me guiam hoje. Lucas está estudando para ser médico em Londres. Tomas quer fazer serviços comunitários, ele já tem uma bolsa para a faculdade. Está em Wales agora, trabalhando de salva-vidas. O diretor da escola me chamou para perguntar porque ele era tão valente, e eu respondi “Não sei”. O Simon sempre me pergunta qual a melhor profissão para ajudar as pessoas.
FRF: Você já era forte antes do incidente?
Belon: Eu sou muito forte, mas também muito fraca. O que define isso são as decisões que você toma, não quem você é.
FRF: Você viu o filme?
Belon: Várias vezes.
FRF: Foi difícil da primeira vez?
Belon: Pela dor física pela qual passamos, não, mas foi muito difícil ver pelo que os outros passaram.
FRF: No filme, sua personagem está disposta a desistir da vida no hospital. Você se sentiu assim? Estava pronta para desistir?
Belon: Sim. Mas meu marido não me deixou. Eu tive sorte por ele não estar disposto a me deixar.
FRF: Quanto tempo durou sua recuperação?
Belon: Fisicamente? Dois anos e meio.
FRF: Foi difícil assistir o que aconteceu no Japão em 2011?
Belon: (engasgando) Foi muito difícil assistir porque eu não vejo números, eu vejo pessoas se afogando. É muito difícil.
FRF: Que idéias específicas você deu a Juan Antonio (diretor)?
Belon: Eu disse a ele que queria por a audiencia embaixo d’água, fazer com que se sentissem debaixo da onda, para que quando voltassem à superfície, nada precisasse ser dito.
FRF: Você pensa muito nisso?
Belon: Não, eu não penso muito no que aconteceu, mas eu sinto muito isso.
FRF: Você tem um elo especial com seu filho mais velho, pelo que vocês passaram juntos?
Belon: Temos uma ligação muito muito especial. Não precisamos falar que nos amamos. Não usamos muitas palavras, mas nos abraçamos muito quando nos vemos.
FRF: Você se recuperou do ferimento na perna?
Belon: Não. Tenho apenas metade da perna, mas é a perna mais bonita da Terra. Meu corpo inteiro é cheio de cicatrizes, mas eu acho ele lindo.
FRF: Ver sua história se tranformar em um filme foi terapêutico?
Belon: Eu não preciso ser curada. Eu não quero esquecer o que aconteceu porque estar próxima daquilo é ótimo. A onda deixou bem claro para mim o que é estar viva.
FRF: Você teve a chance de agradecer o homem que te salvou?
Belon: Eu tentei, mas foi impossível achá-lo. Eu aprendi com ele o que é generosidade.
FRF: Hoje em dia, você tem medo de alguma coisa?
Belon: Não.

Cenas do filme O Impossível

Fonte: BBC Brasil e Front Row Features

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Baile da Vogue

O tradicional Baile de Gala da Vogue aconteceu nesta quinta-feira no Hotel Unique em São Paulo. A badalada festa estava em clima “Tropical Couture” e agitou as socialites, artistas, blogueiras, estilistas, jornalistas e personalidades brasileiras ao som de Preta Gil, Valesca Popozuda, Leleks e Thiaguinho.

O embaixador do baile, o estilista Dudu Bertholini deu início a festança com modelos usando looks da sua grife Neon. Entre os destaques da noite a cantora Valesca Popozuda de Walério Araújo, no melhor estilo beijinho no ombro, a apresentadora Sabrina Sato que chegou para causar com macacão Triya e acessórios Walério Araújo, além do próprio designer Walério Araújo estilo Lady Gaga. Outras divas foram Tatá Werneck, Marina Rui Barbosa, Adriane Galisteu, Ana Beatriz Barros, Helena Bordon, Lalá Rudge, Alessandra Ambrosio e várias outras.

Valesca Popozuda usou Walério Araújo
Walério Araújo
Sabrina Sato usou Triya
Adriane Galisteu usou Lethicia Bronstein
Alessandra Ambrósio usou Roberto Cavalli
Ana Cláudia Barros usou Dior
Lalá Rudge usou Letage
Helena Bordon usou Sandro Barros
Marina Rui Barbosa usou Patrícia Bonaldi
Tatá Werneck usou Martha Medeiros
Paloma Bernardi usou Trinitá
Fernanda Paes Leme usou André Lima
Juliana Paes usou André Lima
Mariana Rios usou Lethicia Bronstein
Nathalia Semensin usou Trinitá

Fontes e fotos: Vogue, Ego e Lilian Pacce

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Dicas de lavagem


Ano novo, vida nova e hora de retomar ao blog. Para começar o ano um assunto que para mim sempre gera dúvidas, nunca sei o que cada símbolo de lavanderia que vem na roupa quer dizer. Para conservar a peça e mantê-la em perfeito é importante seguir as regras de lavagem,  isso evita que a roupa fique desbotada, manche, encolha ou fique com aquelas bolinhas no tecido. 
Segue uma imagem com as regrinhas de de lavagem, os número que aparecem significam a temperatura máxima que a água deve estar. Eles variam entre 30, 40, 60 e 70 graus. 



Espero que tenham gostado das dicas. 
Xoxo,
Letticia Müller

terça-feira, 12 de março de 2013

A verdadeira paixão pelo futebol


O futebol é o esporte de maior paixão dos brasileiros. São diversos fãs torcendo por seu clube, sendo bastante importante na vida de cada pessoa que respira futebol.  A paixão leva a seguir eternamente o seu time e assim torcedores vão colecionando objetos, camisas referentes ao seu clube de coração. Cada pessoa tem um tipo de fanatismo que vai além de estar presente nos jogos como também estar presentes em treinos em busca de autógrafos e fotos de seus ídolos. Mas o que chamou a atenção no último clássico paulista, após o empate de 0 x 0 entre São Paulo e Palmeiras, no estádio do Morumbi, foi a cena de um garotinho torcedor do tricolor, pedir a camisa de um jogador rival de seu time, e assim ser atendido pelo jogador palmeirense, Valdivia correu em direção ao garoto e lhe entregou a camisa, o garoto agradeceu ao jogador gritando o seu nome. Hoje em dia, esse fato tem de ser valorizado, para mostrar que ainda pode existir a rivalidade sadia, aquela que só fica durante uma partida de futebol, e não nos tantos casos em que torcedores acabam se envolvendo em pancadaria, mortes e agressões. O verdadeiro espírito do futebol é o que esse garoto torcedor do São Paulo mostrou, o futebol brasileiro necessita urgentemente mudar para melhor, belo exemplo.

Foto: Reprodução/ TV Bandeirantes
Ass: Vinícius Loss

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Personalidades da moda inspiram o nome de bolsas icônicas


No mundo fashion algumas pessoas se destacam pelo estilo e sofisticação natural, elas conquistam o público e se tornam verdadeiros símbolos de elegância. Personalidades como Lady Di, Grace Kelly e até a it-girl Alexa Chung são exemplos claros disso. Utilizando do poder de conquista que essas mulheres tem na mídia, que grandes marcas de bolsa uniram seus modelos à nomes famosos.

Tudo começou nas mãos da atriz-princesa Grace Kelly, quando em 1955 causou furor entre a mulherada com a sua “Kelly”, nome que a grife Hermés batizou o modelo criado em 1935 e aclamado quando caiu nas graças da jovem princesa. Ela era fascinada pela sua bolsa, tinha em vários tamanhos e cores, por essa razão se tornou sua marca registrada. O destaque maior veio em 1956, quando Grace Kelly utilizou sua “Kelly” para cobrir a barriga e esconder uma suposta gravidez, em uma foto publicada pela revista Life. Desde então a fotografia, a princesa e bolsa se tornaram icônicas.


Alguns anos depois foi a vez da Gucci homenagear uma admiradora em dos seus modelos. A “Jackie Bag” era a bolsa day by bay da ex-primeira dama americana Jacqueline Kennedy Onassis. Jackie era fascinada pela bolsa e frequentemente era fotografada carregando sua inseparável “Jackie”.  Em 2009 a bolsa foi reeditada e rebatizada de “New Jackie Bag”, ganhou novas cores e compartimento para celular. Até hoje ocupa o primeiro lugar das bolsas mais vendidas pela Gucci.


Em 1984 começava a história da que iria se tornar uma das bolsas mais desejadas no mundo, a “Birkin” da Hermés. Diferente da maioria, o modelo “Birkin” não era uma bolsa já criada que foi batizada com o nome da pessoa mais célebre que há usou, mas sim planejada especialmente para Jane Birkin. No ano de 1984, em um voo entre Paris e Londres, os objetos da bolsa de Jane caíram no chão e coincidentemente quem estava sentado ao seu lado era Jean-Louis Dumas, então diretor executivo da Hermès, que perguntou porque a jovem não carregava seus pertences em algo mais apropriado, Jane então respondeu que não tinham inventado algo grande e apropriado o suficiente. O diretor então prometeu criar algo que fosse bonito e prático ao mesmo tempo. Nasceu então a bolsa desejo das mulheres. Parecida com a “Kelly”, contudo menor e menos estruturada, a “Birkin” continua atual e conquistando moças e senhoras de todas as idades.


Outra princesa escolhida para ter seu nome vinculado a uma bolsa foi a inesquecível princesa do povo, a Diana. Em 1995, a ex primeira dama da França não sabia que presente dar para a Lady Di, frente ao dilema sua escolha foi a mais certeira de todas, uma bolsa Dior. O acessório logo se tornou figurinha nas mãos da princesa, que a carregava para onde fosse. Conclusão, a bolsa alcançou sucesso mundial, diante disso, a Maison Dior decide rebatizar o modelo que antes era conhecida como Chouchou, para Lady Di, ambas se tornaram icônicas e referência de elegância até hoje.


Apesar de não ser uma marca tão poderosa como a Hermés, Dior e a Gucci, a Mulberry também aderiu a onda das bolsas com nomes de famosos. O acessório estilo carteiro foi batizado de com o nome da apresentador britânica, Alexa Chung, ganhou notoriedade mundial, sendo copiado por diversas marcas. Outra aposta da grife, foi a bolsa Del Rey, em homenagem a cantora Lana Del Rey. O estilo retrô agradou bastante a mulherada. Outras bolsas vão aparecer, algumas não se tornaram tão marcantes, mas ninguém pode negar que certos modelos, assim como as mulheres que foram homenageadas neles, serão ícones eternos.

Fotos: Reprodução
Ass: Letticia Fátima Müller Pereira


domingo, 22 de julho de 2012

Sex and the City


Recentemente revi pela octogésima vez, eu creio, os dois filmes da série mais fashion de todas, “Sexy and the City”. A história baseada no livro homônimo da autora Candace Bushenell conquistou meio mundo. Quatro lindas mulheres, na faixa dos 40 anos, moradoras de uma das cidades mais incríveis do planeta, New York, são fashionistas, elegantes, poderosas, bem-sucedidas e super amigas.  Provavelmente, todo mundo que gosta de moda já tenha visto o filme e se duvidar até a série, que admito não vi, porém, como eu disse anteriormente já vi os filmes uma centena de vezes, li o livro “Sex and the City”, “Os Diários de Carrie” e já estou me preparando para ler “O verão e a Cidade”, da coleção “Os Diários de Carrie”.

Já que o assunto é Carrie Bradshaw, Samantha Jones, Miranda Hobbes e Charlotte York, recomendo é claro assistir aos filme acompanhada das suas best friends ou com suas Vogues, prestar atenção nas lindas roupas, no glamour das combinações, nos maravilhosos (e quase impossíveis de andar) saltos Louboutin e Manolo Blahnik, viajar no primeiro filme para as paradisíacas águas mexicana e no segundo, de primeiríssima classe conhecer a luxúria do Oriente Médio. Além das roupas fantásticas, as quatro garotas vivenciam e abordam de diversas formas os dilemas femininos, que não são poucos. Sobre o livro “Os Diários de Carrie” gostei muito. A coleção toda visa contar os passos da Carrie até ela se tornar tão fabulosa quanto ficou conhecida e como ela conheceu suas inseparáveis amigas. Na primeira obra conta como a Carrie adolescente conseguiu sair da pequena cidade onde nasceu com destino a metrópole para conquistar seus sonhos. No livro também é possível perceber o talento pela moda da futura colunista. Não é um clássico literário, nem tem pretensão de ser, é uma diversão para quem quer conhecer um pouco mais do universo de “Sex and the City”.





Para fechar, como fazer o famoso drinque da série, o Cosmopolitan:
Ingredientes:
- 3 pedras de gelo
- 40 ml de vodca
- 20 ml de xarope de cranberry
- 15 ml de licor de laranja
- 15 ml de suco de limão
- casca de laranja para decorar

Modo de preparo:
Em uma coqueteleira, coloque o gelo, a vodca, o xarope de cranberry, o licor de laranja e o suco de limão. Bata bem e sirva em uma taça de coquetel previamente gelada. Torça a casca de laranja e prenda na borda.

Dica:
O xarope de cranberry pode ser substituído por groselha ou suco de cranberry.
* A receita foi retirada do site M de Mulher

Fotos: Reprodução
Ass: Letticia Fátima Müller Pereira